quarta-feira, 27 de maio de 2009

Profundamente triste

Pela segunda vez no mesmo emprego, sinto-me usada como fralda descartável.
Posso trabalhar das 6:30 às 22:30h (verídico!!! songa monga das maiores que pode haver), resolver as "cagadas"que outros fazem e mais ninguém sabe resolver, até receber emails com elogios da tanga ... mas na hora de ser verdadeiramente considerada e receber os privilégios é me puxado o tapete e dado o troféu a outro qualquer.
Sinto-me tremendamente injustiçada mas infelizmente também tão medrosa por não ser capaz de pôr o merecido ponto final parágrafo e arcar com a incerteza do desemprego.

Madrinha se estás a olhar por mim aí em cima como sempre acreditei que estás ... podes por favor dizer que já basta de pedras no meu caminho e pedir para que finalmente haja um pouco de justiça divina??? Sinto tanto a falta do teu abraço e aconchego em alturas como esta em que me sinto tão pequenina...

3 comentários:

Abraçar disse...

Não te esforçes tanto, Ana. Patrões desses não te merecem.

Força e um beijinho muito grande

Carla disse...

Sabes que é por coisas semelhantes que, pura e simplesmente, me passei a lixar para o trabalho. Faço o que tenho a fazer e tento sair sempre a horas. Também chego sempre (ou quase sempre) a horas. Descobri, já depois de ter o Pedro que importante é o meu filho, e a minha família. O trabalho? Faz-se. Mas não tenho de gostar dele. Enquanto não tiver uma alternativa vou-me aguentando... Mas lá que procuro a dita alternativa, procuro.

Beijos e coragem. Eu sei o quanto custa aguentar essa porcaria.

Mariah disse...

Pensei que já tinha comentado este post. A Gaivota e a Carla estão certas Ana tenta desvalorizar, procura outra coisa, isto está notoriamente a fazer-te mai.
Beijos grandes